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Dois adultos são presos e adolescentes apreendidos em investigação sobre homicídio de mulher ocorrido em Guiratinga

Dois adultos foram presos e dois menores de idade apreendidos no fim de semana, em Guiratinga (328 km ao sul de Cuiabá), em uma investigação que apura o homicídio de uma mulher, ocorrido no mês de julho deste ano.

Foram cumpridos mandados de prisões temporárias, de apreensões dos adolescentes e de buscas nas residências dos alvos da investigação, suspeitos de envolvimento no homicídio de Luziana Moraes da Silva. As ordens judiciais foram decretadas pelo juízo da Vara Única da Comarca de Guiratinga.

Durante as buscas, as equipes policiais apreenderam entorpecentes, como maconha e pasta base de cocaína, anotações de movimetação do tráfico e dinheiro.

O cumprimento dos mandados contou com apoio da Delegacia Regional de Rondonópolis e da Polícia Militar de Guiratinga.

O inquérito instaurado pela Delegacia de Guiratinga reuniu diversas informações para chegar ao esclarecimento do crime, cuja vítima foi encontrada com mãos e pés amarrados e teve o corpo enterrado em uma cova profunda em uma área de difícil acesso, na zona rural do município. O delegado Daniel Vendramel representou pelas prisões e apreensões dos suspeitos, imprescindíveis para que a Polícia Civil possa chegar à motivação e autoria do homicídio da vítima.

Desaparecimento e morte

A equipe de investigação da Delegacia de Guiratinga localizou no dia 20 de julho o corpo de Luziana Moraes da Silva, 30 anos. Ela estava desaparecida desde 11 de julho, quando falou com familiares pela última vez por volta do meio-dia.

Na segunda-feira seguinte, a mãe de Luziana registrou um boletim de ocorrência por desaparecimento depois de buscar notícias da filha e não localizá-la. A partir do registro do desaparecimento, a equipe de investigadores da Delegacia de Guiratinga iniciou diligências para localizar a vítima e as circunstâncias do desaparecimento.

Os policiais civis realizaram varreduras em algumas áreas, uma delas em um assentamento, próximo ao rio Taboca, mas não localizaram nenhum vestígio da vítima.

No dia 20 de julho, os investigadores fizeram mais uma varredura, do outro lado da estrada do assentamento, em um local de difícil acesso. Caminhando ao longo do matagal, os policiais encontraram recibos de depósito bancários em nome da vítima e seguindo adiante localizaram terra remexida, com aparência de um buraco escavado.

Foram acionados imediatamente a perícia técnica para exames no local e o IML. Os policiais e peritos cavaram o local, uma cova bastante profunda, e localizaram o corpo da vítima que estava com mãos e pés amarrados e a cabeça coberta com um pano. A vítima, aparentemente, não apresentava lesões causadas por disparos de arma de fogo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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