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Deputado Sebastião Rezende tem Indicação atendida na Priorização para vacinação de todas as Mães que estão amamentando.

O Deputado Estadual Sebastião Rezende (PSC) encaminhou em caráter de urgência um requerimento ao Excelentíssimo  Governador do Estado Mauro Mendes (DEM) ,com cópia ao Excelentíssimo Senhor Secretário de Estado de Saúde, Drº Gilberto Gomes de Figueiredo, mostrando a urgência e imprescindível necessidade de incluir no grupo de prioridade de imunização de vacinação contra o COVID-19, as mães lactantes no âmbito do Estado de Mato Grosso.

JUSTIFICATIVA:

Estudos referentes publicado na revista cientifica JAMA apontam que leite materno pode transmitir anticorpos contra a COVID-19 aos bebês. Cientistas perceberam que a presença de 86,1% de anticorpos IgA e 97% de IgG em 504 amostras de leite materno após mães receberem segunda dose da vacina, demonstrando a possibilidade de passagem de imunização aos recém-nascidos e bebês que são amamentados. Na discussão trazida no periódico, os autores afirmam: “Os anticorpos encontrados no leite materno dessas mulheres mostraram fortes efeitos neutralizantes, sugerindo um potencial efeito protetor contra a infecção de bebês”.

Conforme dados do Ministério da Saúde, em estudo realizado entre fevereiro de 2019 e março de 2020, constatou que o índice de aleitamento materno vem aumentando no Brasil chegando ao patamar de 53% das crianças brasileiras que são amamentadas durante o primeiro ano de vida. Entre os menores de 6 meses o índice da amamentação exclusiva é de 45,7% e nos menores de 4 meses é de 60%.

A amamentação é capaz de reduzir em até 13% a mortalidade por causas evitáveis em crianças menores de 5 anos, e a cada ano que a mulher amamenta, reduz em 6% o risco de desenvolver câncer de mama. Infelizmente dados do Ministério da Saúde apontam que o Brasil detém uma das taxas mais altas do mundo de mortes de bebês por COVID-19, afirmando que mais de 1,3 mil bebês menores de 1 ano morreram por serem infectados pelo novo Coronavírus, número este que pode ser maior visto pela falta de diagnóstico e baixo índice de testagem em bebês e crianças.

Este estudo ainda traz a triste realidade de que cerca de 6,5 mil bebês precisaram ser internados em 2021 e em 2020 esse número chegou a 15,3 mil bebês. Diante destes dados e pelo relevante alcance social, apresentamos tal Pleito que indubitavelmente trará mais tranquilidade ás mães lactantes e seus bebês que, segundo recomendação da Sociedade Brasileira de Pediatra (SBP), da Academia Americana de Pediatria (AAP) e o Centro de Controle de Prevenção de Doenças (CDC) é de que crianças menores de 2 anos não usem máscaras, devido ao risco de asfixia.

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